cartolando 2.0

terça-feira, 12 de março de 2013

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AO VIVO GREMIO X CARACAS PELA COPA LIBERTADORES 21:30

Posted: 12 Mar 2013 04:35 PM PDT


FICHA TÉCNICA 
CARACAS X GRÊMIO
Local: Estádio Olímpico de la UCV, em Caracas (Venezuela) 
Data: 12 de março de 2013, terça-feira 
Horário: 21h30 (de Brasília) 
Árbitro: Oscar Maldonado
Assistentes: Efraín Castro e Arol Valda (trio boliviano)
CARACAS: Baroja; Carabalí, Peraza, Sánchez e Quijada; Jiménez, Guerra, Otero, Peña e Meza; Curé. 
Técnico: Ceferino Bencomo
GRÊMIO: Dida; Pará, Cris, Werley e André Santos; Fernando, Souza, Elano e Zé Roberto; Vargas e Barcos. 
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

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AO VIVO UNIV DE CHILE X NEWELLS OLD BOYS PELA COPA LIBERTADORES 21:30

Posted: 12 Mar 2013 04:30 PM PDT

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AO VIVO SPORTING CRISTAL X LIBERTAD PELA COPA LIBERTADORES 19:15

Posted: 12 Mar 2013 02:25 PM PDT

JO IMPORTANTE PARA OS PALMERENSES!!

Nesta terça-feira, o Sporting Cristal recebe o Libertad, às 19h15 (de Brasília) pela abertura da quarta rodada do grupo 2 da Taça Libertadores.

Os peruanos estão na vice-liderança com 4 pontos e querem a vitória para encostar no líder, o próprio Libertad, que tem 7 pontos.

O outro duelo desta rodada será entre Palmeiras e Tigre e ocorrerá no dia 2 de abril, no Pacaembu, em São Paulo. As duas equipes dividem a lanterna com 3 pontos ganhos.
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AO VIVO BARCELONA X MILAN PELA UEFA CHAMPIONS LEAGUE 16:45

Posted: 12 Mar 2013 11:55 AM PDT


FICHA TÉCNICA
BARCELONA X MILAN

Local:
 Camp Nou, em Barcelona, na Espanha
Data: 12 de março de 2013, terça-feira
Horário: 16h45 (de Brasília)
Árbitro: Viktor Kassai, da Hungria
Assistentes: Gabor Eros e Gyorgy Ring, ambos da Hungria

BARCELONA: Valdés; Daniel Alves, Piqué, Puyol e Jordi Alba; Busquets, Xavi e Fábregas; Pedro, Iniesta e Messi
Técnico: Jordi Roura

MILAN: Abbiati; Abate, Zapata, Mexés (De Sciglio) e Constant; Montolivo, Ambrosini e Muntari; Boateng (Traoré), Robinho (Niang) e El Shaarawy
Técnico: Massimiliano Allegri

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AO VIVO SCHALKE 04 X GALATASARAY PELA UEFA CHAMPIONS LEAGUE 16:45

Posted: 12 Mar 2013 11:50 AM PDT


Ambas as equipas vão procurar passar a fase seguinte. Por um lado ambas sabem que podem marcar porque no último jogo houve provas disso. O Shalke tem mais dificuldade na defesa, mas a sua maior força está no ataque sobretudo no contra ataque. O Galatasaray a meu ver é mais consistente no seu jogo, e na frente com Drogba e Ylmaz é preciso ter muito cuidado com estes dois surpreendentes jogadores. Ao contrário do que se possa pensar em que ambas as equipas vão procurar o golo e com isso acontecer aqui um Over 2.5, penso que não será verdade.
Ambas sabem que são capazes de sofrer se descorarem a sua defesa. Prevejo um jogo mais contido para ambas as equipas, e atacarem pela certa, para não se descompensarem na sua defesa. Saliento que no último jogo o Shalke teve dificuldade em se adaptar ao terreno de jogo, estava algo irregular o que impossibilitou de a bola correr mais rápida que é algo que este Shalke gosta. É um jogo que não se pode errar, e quem errar pode sofrer com isso e ter que correr atrás do resultado.
O resultado mais óbvio que possa acontecer será a repetição do último jogo e então ir no "ambas marcam". Mas com receio que uma das equipas defenda melhor e nesse aspeto dou mais valor ao Galatasaray que ao Shalke, tenho receio que façam um golo e fiquem a gerir o jogo, defendendo até não poderem mais. Vejo então o mercado de golos com uma boa probabilidade de acontecer neste jogo. Muitos golos? Talvez, mas está muita coisa em jogo e penso que as equipas vão entrar algo expectantes o que pode aparecer um golo mais tardio no jogo.
Relativamente ao resultado quem marcar primeiro pode gerir as coisas de outra maneira e mesmo que surja o empate ambas as equipas não facilitar novamente e irão ter mais cuidado na sua ofensiva para não serem apanhados no contra pé. Por isso o meu palpite vai no Under 2.5. Um risco, mas possível de acontecer por tudo o que o jogo vale e sobretudo da sua importância.

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Juninho, o ex-jogador e o dirigente

Posted: 12 Mar 2013 08:13 AM PDT


Para Juninho - ou Juninho Paulista, como acabou conhecido - não houve fase de transição entre uma carreira e outra; entre ser jogador de futebol de sucesso – com passagem por cinco países; campeão da Copa do Mundo da FIFA 2002 - e ser dirigente. Enquanto ainda vivia seus últimos meses como jogador, já era o gestor do Ituano, clube paulista que o revelou.
Agora, aos 40 anos, quando começa a colher os frutos mais concretos e a entender os meandros de sua função, Oswaldo Giroldo Júnior enxerga tudo com um olhar mais aprofundado: da administração de um clube ao trabalho de Luiz Felipe Scolari na Seleção; dos vícios das categorias de base à evolução do futebol inglês. Por isso é que o papo exclusivo com oFIFA.com foi tão longo e proveitoso:

Como você decidiu que queria fazer isso: gerir todo o futebol de um clube?

Ao terminar minha carreira de jogador, eu sabia que queria continuar próximo ao futebol, mas a ideia de ser treinador ou dirigente de uma grande equipe me obrigaria a continuar convivendo com uma rotina de viagens constantes, algo que não estava disposto a fazer. Veio, então, a ideia de procurar trabalhar num clube menor, onde eu pudesse implantar as coisas do meu jeito. Foi então que o Major Vieira – que era o presidente do Ituano na minha época de jogador – me propôs essa parceria.

E, até aqui, quais têm sido os resultados?Bom, eu encontrei o clube essencialmente na mesma situação de 20 anos atrás, quando eu jogava: sem campos propícios de treinamento e sem um projeto muito claro. Hoje, nossa situação é bem mais adequada. Temos três campos de treinamento e uma estrutura do Novelli Jr. que já foi visitada por diversas equipes como possível centro de treinamento na Copa – e todas parecem ter gostado. Além disso, temos uma visão mais clara das categorias de base... Isso, aliás, é só o que pode segurar os clubes do interior, porque o investimento é menor e pode resultar em retorno. E, quando eu comecei, as categorias de base estavam desativadas. Agora temos todas: sub-11, 13, 15, 17 e 20. As coisas estão começando a acontecer agora em termos de parcerias, de projetos. Isso tudo demora para ir em frente – algo que só fui descobrir na prática.

E em quais aspectos você percebe que o fato de ter sido jogador mais faz diferença?O principal é que sei do que o jogador precisa. Isso tenho muito claro: o jogador nunca deve estar na posição de exigir nada de você; você é que deve dar as condições e poder exigir performance. E outra coisa foi profissionalizar a gestão. Eu passei a carreira defendendo grandes clubes – em termos de torcida, estrutura -, então procurei adaptar isso à realidade de um clube menor. A ideia é fazer do Ituano um clube sólido, que participe do Paulista pensando em se classificar e dispute regularmente a série B do Brasileirão.

E, para isso, o fato de ter tido uma passagem tão marcante por um clube europeu de menor expressão como o Middlesbrough teve algum impacto?Se pensarmos na estrutura, não, porque nem se compara: a do Middlesbrough só pode ser comparada à de equipes grandes do Brasil – e nem de todas. Mas sim para ver como, mesmo não sendo um gigante, um clube pode ser gerido com profissionalismo, pode ter um esquema de divulgação, de tratamento ao torcedor, etc.
Até o ponto em que o seu trânsito nos dois clubes resultou numa parceria entre oItuano e o Middlesbrough, certo?Pois é. É um namoro que vinha existindo já há algum tempo, na medida em que fomos estruturando as nossas categorias de base e elas começaram realmente a se tornar um bom produto. O Middlesbrough não tinha representante no Brasil e gostou do projeto que apresentei – até porque também para eles não está fácil simplesmente comprar um jogador já formado. É uma parceria que não envolve custos fixos: eles só desembolsam caso se interessem por algum jogador nosso. E também o inverso: eles podem mandar garotos da Inglaterra para um estágio no Brasil.

Hoje, onde o Juninho é mais ídolo: em Itu ou em Middlesbrough?(risos) Olha, acho que lá na Inglaterra. Aqui a responsabilidade e a cobrança também acabam sendo grandes, até porque era uma situação meio atípica quando eu era dirigente e ainda jogador simultaneamente. É algo que eu só me lembro de ter visto com o Bryan Robson, no próprio Middlesbrough, e depois com o Rivaldo, no Mogi Mirim. Os clubes menores têm esse outro tipo de pressão, que vem da proximidade que o torcedor sente com a instituição.
Eu só acabei indo mesmo para o futebol inglês porque o Bryan Robson tinha essa mentalidade de buscar um jogo mais técnico
sobre a ida para Inglaterra ainda na era dos chutões
Essa proximidade também faz com que as conquistas, mesmo que teoricamente menos expressivas, ganhem um sabor especial, não?Nossa, sem nenhuma dúvida. Participei de conquistas como a Copa do Mundo e a Libertadores, mas duas das grandes emoções da minha vida foram em situações dessas – até porque em ambas tinha um papel de protagonista. Uma foi termos conseguido manter o Ituano na primeira divisão do Campeonato Paulista, em 2010. Perdíamos por 2 a 0 para a Portuguesa, no Canindé, e fomos buscar a virada; eu marquei um dos gols. Foi uma situação emocionante demais, porque já havia assumido a gestão do clube, e cair para a segunda divisão seria iniciar o projeto já com um fracasso. E, claro, teve a Copa da Liga Inglesa de 2004 com o Middlesbrough, que foi o primeiro grande título do clube e em que também participei diretamente, com gol na semifinal contra o Arsenal.Você foi à Inglaterra em 1995 e retornou quase dez anos depois, quando a Premier League já ganhava outro status. Tecnicamente, você percebeu essa mudança?Percebi e muito. Eu só acabei indo mesmo para o futebol inglês porque o Bryan Robson tinha essa mentalidade de buscar um jogo mais técnico. Quando estava em negociação, eles me mandaram uma fita de jogos do Middlesbrough. Eu assisti e só pensei: "Meu Deus! Como é que eu vou jogar aqui?" Era só chutão de um lado para o outro. Então, o Robson me disse: "pois é, você viu a fita? Por isso mesmo que eu quero trazer você; para mudar isso." Eles queriam jogadores mais técnicos, queriam a bola no chão. Porque, de fato, quando cheguei lá tinha um ou outro com uma qualidade técnica que não emplacava nem categoria de base do São Paulo.(risos) Era tudo na base do vigor e da disciplina, mas aos poucos esses jogadores foram perdendo espaço. Até que, quando voltei, em 2004, encontrei uma liga bem diferente, sobretudo no que diz respeito aos clubes de ponta. É curioso que, num futebol que é historicamente difícil para os brasileiros por ser tão físico, quem mais teve sucesso foi você: baixinho e franzino. Até que ponto isso dificultou sua vida?Eu tenho o físico franzino, mas dentro do campo eu tinha uma característica que se encaixava bem com o futebol da Inglaterra: eu sabia encontrar espaços para usar minha velocidade. Tive problemas mesmo foi no início, para chegar a me tornar profissional, porque ninguém acreditava que eu conseguiria. Mas ser baixo ou magro não significa ser ter a musculatura fraca. Basta ver gente como Messi, Xavi, ou Iniesta, que dificilmente se lesionam.

Torcedores de Juventus e Celtic trocam Echarpes em jogo da Champions

Posted: 11 Mar 2013 04:00 PM PDT


Enquanto no Brasil, torcedores matam outros com sinalizadores, batem em jogadores no aeroporto ou expulsam outros torcedores por conta da cor das camisas, na Itália uma cena entre torcedores de Juventus e Celtic impressiona.
Ao término da partida, em um setor na Arena Juventus, separado por uma grade, torcedores de ambas equipes trocaram sua echarpes, assim como, nos gramados, os jogadores trocam de camisa.
Veja a cena no vídeo abaixo:

http://placar.abril.com.br

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